Rajni -punjabi- — Bibi

Bibi Rajni's writing has had a profound impact on Punjabi literature and culture. Her works have been translated into various languages, including English, Hindi, and Urdu, making her a celebrated figure beyond the Punjabi-speaking world. Her poetry and stories have been adapted into films, plays, and TV shows, further expanding her reach.

Bibi Rajni's remarkable journey as a writer and poet has left an indelible mark on Punjabi literature. Her contributions have been recognized globally, and her works continue to captivate audiences with their universality and depth. As a testament to her enduring legacy, Bibi Rajni remains a shining example of the power of literature to inspire, educate, and transform society. Bibi Rajni -Punjabi-

Her debut collection of poetry, "Sang Dian Gali," published in 1960, received critical acclaim and established her as a rising voice in Punjabi literature. This was followed by numerous other works, including "Rajniti Nahin Karti" (1975), "Kothi" (1982), and "Chann Paar" (1994). Her magnum opus, "Kothi," is a novel that explores the complexities of human relationships, social norms, and the struggles of women in a patriarchal society. Bibi Rajni's writing has had a profound impact

Bibi Rajni's literary career spans over five decades, during which she has written extensively in Punjabi. Her oeuvre includes poetry, short stories, novels, and essays, showcasing her versatility and mastery over various genres. Her writing often revolves around themes of love, social justice, human relationships, and the Punjabi culture. Bibi Rajni's remarkable journey as a writer and

Born on January 1, 1935, in the village of Katra, Punjab, Bibi Rajni began her journey in a traditional Punjabi family. Her early life was marked by a deep connection with her roots, which later became a defining feature of her literary works. She received her primary education in her village and later pursued higher studies in Punjabi literature from the University of Punjab.

Through her writing, Bibi Rajni has given voice to the marginalized, explored the complexities of human relationships, and celebrated the richness of Punjabi culture. Her legacy continues to inspire new generations of writers, scholars, and readers, ensuring that her works remain relevant and impactful.

In the realm of Punjabi literature, there exist numerous luminaries whose contributions have left an indelible mark on the cultural and literary landscape of the region. Among these, Bibi Rajni, a celebrated poet, and writer, shines brightly. Her life and works have been a source of inspiration for generations, and her legacy continues to captivate readers and scholars alike.

Compare diferentes traduções de Meditações, do Marco Aurélio

A seguir colocamos três passagens de diferentes traduções lado a lado com os mesmos trechos traduzidos pelo Mateus Carvalho e Icaro Moro, do Estoicismo Prático.
"Pois distanciar-se dos homens, se existem deuses, em absoluto é temível, porque estes não poderiam atirar-te ao mar. Mas, se em verdade não existem, ou não lhes importam os assuntos humanos, para que viver em um mundo vazio de deuses ou vazio de providência?"

"Se os deuses existem, abandonar os seres humanos não é assustador, pois eles não o fariam mal. Se não existem, ou não se importam com o que acontece conosco, qual seria o sentido de viver em um universo desprovido de deuses ou Providência?"

"Com efeito, aquilo que provém dos deuses é venerável em razão de sua excelência, enquanto o que provém dos seres humanos nos é caro porque provém de nossa mesma espécie; e mesmo quando, de algum modo, nos conduz à compaixão por causa da ignorância dos bens e dos males, falha que não é menor que aquela que subtrai nossa capacidade de distinguir as coisas brancas das pretas."

"Pois a obra dos deuses deve ser venerada por sua excelência. A obra dos homens merece carinho em razão de parentesco. Embora algumas vezes mereça piedade, em razão da ignorância dos homens sobre o bem e o mal—uma cegueira equivalente a não conseguir distinguir preto e branco."

"Um homem com esse perfil, que a partir de então não poupa nenhum esforço para se colocar entre os melhores, é um sacerdote e servidor dos deuses, igualmente devotado ao serviço daquele que edificou nele sua morada; graças a esse culto, essa pessoa se mantém não contaminada pelos prazeres, invulnerável a todo sofrimento, livre de todo excesso, indiferente a toda maldade;"

"Um homem de tal estirpe, que não poupa esforços para ser o melhor possível, é como um sacerdote ou um servo dos deuses. Obedece à deidade que o habita e que o impede de ser profanado por prazeres, lesado por dores, tocado por insultos e conivente com perversidades."

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Por que produzir uma nova tradução de Meditações, do Marco Aurélio?

Algumas pessoas podem preferir uma leitura mais rebuscada, que contenha sinônimos arcaicos e frases longas. Mas, com base na experiência que temos no Estoicismo Prático, esse não é o caso da maioria.

Portanto, a acessibilidade de Meditações é diminuída devido à falta de traduções para português que tenham como objetivo tornar a leitura mais acessível. É por isso que decidimos assumir a tarefa de traduzir o livro.

Quando se trata de obras clássicas como Meditações, acreditamos que quanto mais traduções existirem, melhor. Assim, cada um pode escolher a que mais lhe agrada. É certo que abre-se margem para "traduções" que mais interpretam do que traduzem o texto original. De qualquer forma, esse é um problema inevitável. Cabe ao leitor selecionar a tradução mais próxima do original cuja leitura mais lhe agrade.

Imagine um cenário em que novas traduções de Meditações não fossem produzidas regularmente... o livro provavelmente cairia no esquecimento. Ou, ao menos, não se tornaria tão popular quanto pode ser. Mas Meditações é uma obra importante demais para ficar limitada a traduções do século passado.

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